Introdução:
Existem muitas formas de tirar o tarô, como também existem milhares de baralhos. O objetivo disso é que você encontre tanto o baralho como o método de jogada que se adeque melhor ao seu espírito. Para te ajudar a encontrar a sua personalidade como tarólogo, vou trazer uma nova jogada. De todas as formas, antes de ler sobre essa jogada, recomendo que você leia também sobre a jogada sim ou não ou a jogada em cruz. Os dois artigos podem ser encontrados no blog.
Jogada A Estrela:
Esta é uma jogada que nos permite ter uma maior compreensão sobre a pergunta ou o acontecimento que o consultante está fazendo. Como indica o seu nome, o segredo está em colocar as cartas no formato de uma estrela. Alguns tarólogos preferem a formação da estrela de cinco pontas, enquanto que outros preferem a formação da estrela de David (a qual possui 6 pontas). De todas as formas, em ambos os casos, são utilizadas 6 caras, mas em uma disposição diferente.
É uma boa jogada para poder avaliar a situação atual com mais profundidade, analisando tanto os obstáculos como os meios para poder solucionar essa questão. De todas as formas, é importante esclarecer que nenhum tarólogo conhece o futuro. Se nós analisarmos o que chamamos “futuro”, isso se trata do que o consultante SENTE e PENSA que vai acontecer com ele. Mas isso não significa que o que está por vir seja exatamente isso. Nós temos que ajudar ao nosso consultante a acreditar em si mesmo e a compreender que todos os acontecimentos (bons ou ruins) são perfeitos, e que estão aí para que nos ensine algo. Os seres superiores nos colocam em posições que sabem que dentro de nós temos a virtude, atitude ou sentimento que nos ajudará a superar.
Como é a disposição dessa jogada?
Carta 1:
A carta 1 está relacionada com a situação atual. Ela pode ser tanto positiva como negativa. Ao mesmo tempo, devemos lembrar que o “número 1” está relacionado com a força inicial e temos que pensar que qualquer “debilidade” que a pessoa pode sentir que tem, deve ser transformada em “virtude”. Por ser a primeira carta, é o nosso ponto de referência e é uma chave para a resposta e para a pergunta.
Carta 2:
Esta carta está relacionada com os obstáculos que o consultante sente ou acha que vai enfrentar no processo de resolução da pergunta ou conflito a ser tratado. Pode ser que apareça uma carta positiva, e essa representaria “ferramentas” as quais o consultante tem para resolver o tema em questão. Se é que aparece uma carta negativa, temos que ajudar a pessoa a vera sua virtude e assim pode solucionar o seu problema.
Carta 3:
Esta carta tem a ver com algum condicionamento do passado. O que é que condiciona o meu consultante com o passado? Como esse condicionamento está vinculado com a situação atual? É óbvio que algo tem que ser aprendido, e por isso a vida o colocou em uma situação similar.
Carta 4:
Esta carta tem a ver com as fortalezas do consultante. De todas as formas, se é que sai uma carta negativa, é justamente porque o consultante não está vendo as suas fortaleza, o que o ajudaria a solucionar o problema. Se sair uma carta invertida (negativa), temos que pensar: Quais são as virtudes dessa carta em seu estado positivo? Já que estas são a chave para que a pessoa encontre a solução.
Carta 5:
Os desafios que pode impedir que encontremos uma solução. Tem a ver com aquele tipo de situação que podem (novamente) impedir o encontro de uma resposta diante do problema em questão. Pode ser algo que o consultante pensa que vai acontecer. É importante nos perguntarmos: no processo de resolução de conflito, o que eu sinto que pode falhar? Por que eu sinto que essa reação vai me fazer voltar ao ponto de início?
Carta 6:
A solução final relacionada com a forma com a qual o consultante tem que trabalhar para resolver essa questão. Temos que nos perguntarmos: através de qual processo podemos resolver essa questão? Devemos lembrar que esse processo tem que ser para o benefício de todos os envolvidos. Qual é a melhor forma de resolver esse problema ou questão sem afetar negativamente aos seres envolvidos?









